Sibipiruna · Rio de Janeiro

Vasca Fiorita

Algumas madeiras florescem depois do tempo.

O jardim que brota

As gotas em rosa — são flores que brotam na superfície, marcas poéticas que transformam a matéria em um campo sutil de vida e cor.

Origem do Nome

A peça carrega no próprio nome a síntese da sua identidade. “Vasca” remete diretamente ao desenho que evoca uma banheira italiana, símbolo de aconchego, contemplação e prazer em existir. Já “Fiorita” traz a ideia de florescimento, de algo que se abre em delicadeza e beleza, como um jardim.

O off-white da pintura transmite serenidade e pureza, enquanto os pingos rosa que repousam sobre ela não são meros detalhes: são flores que brotam na superfície, marcas poéticas que transformam a peça em um campo sutil de vida e cor.

Assim, Vasca Fiorita não é apenas um objeto, mas um espaço simbólico onde a matéria se torna poesia.

A rachadura não se esconde: ela também floresce, em ouro

Detalhe

Fora e dentro

A borda: onde a madeira encontra o jardim
O contraste interior: calor sob a superfície
Matéria-prima
Sibipiruna
Dimensões
54 x 38 x 21 cm

Sobre a Peça

Esculpida a partir de uma única peça de madeira Sibipiruna, com a superfície coberta por uma infinidade de pequenas marcas, talhadas uma a uma. A textura envolve o corpo com elegância orgânica, transformando o toque em experiência.

No interior, o contraste revela uma madeira de tons mais profundos. Essa dualidade entre exterior e interior dá à peça uma aura de contemplação: por fora, disciplina e precisão; por dentro, calor e natureza.

Não haverá outra igual nem na forma, nem na textura, nem na cor. É uma peça que carrega o gesto do tempo e a assinatura das mãos que a revelaram.

Vasca: o corpo que acolhe.
Fiorita: o jardim que floresce.

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