Massaranduba · Rio de Janeiro

Îakaré

Guardião dos rios. Ancestralidade brasileira.

O ponto de apoio

Origem do Nome

O nome iakaré nasce da percepção imediata que a peça provoca: sua textura minuciosa, em padrão repetitivo e orgânico, lembra a pele de um jacaré. Sua forma alongada e robusta evoca a presença desse animal ancestral que habita rios e mangues do Brasil.

Jacaré, em tupi guarani: îakaré. Que significa “aquele que olha de lado”. A escolha desse nome resgata a potência da fauna brasileira e sua relação intrínseca com a água, ambiente de origem e inspiração para muitas criações do Patsu.

Portanto, Iacaré é mais do que uma referência formal: é um tributo à ancestralidade, à força dos rios e à simbologia de um guardião natural que traduz brasilidade em sua essência.

A dualidade

Pele e carne

A pele fria que o rio esculpiu

O interior denso que o ateliê revelou

Duas pontas

Cabeça e cauda

A marca que o tempo deixou

A outra margem

Matéria-prima
Massaranduba
Dimensões
88 x 14 x 6,5 cm

Sobre a Peça

A peça nasceu de um fragmento de madeira massaranduba trazido pela água para o deck do nosso atelier trazendo marcas que só o tempo e a água são capazes de deixar. Uma peça que chegou pra nós como um presente.

Mais do que uma forma, ela é um testemunho. Uma maneira de manter viva a energia ancestral da floresta e das águas, traduzida em matéria que agora habita novos espaços, sem jamais perder a essência de onde veio.

Îakaré: a pele que protege.
O rio: a memória que carrega.

Peça vendida — indisponível

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