Catedral de Água

Vitrais orgânicos que respiram. A madeira que se tornou templo.

Peroba Mica · Rio de Janeiro

Vitral em gotas, espiritualidade natural. Essas linhas na superfície da madeira são chamadas de “catedrais” na carpintaria — aqui, é como se tivesse sido registrado o movimento da água.

O vitral

Fora, a chuva. Dentro, a luz.

O ritmo da chuva, na pele da madeira

A luz, incidindo por dentro

Origem do Nome

A peça Catedral de Água nasce do encontro entre a solidez da madeira e a fluidez dos desenhos que ela guarda em sua superfície. Essas linhas, chamadas de “catedrais” na carpintaria, surgem como verdadeiros vitrais orgânicos: como se a madeira tivesse registrado em si o movimento da água. O exterior, em amarelo veste a peça como se fosse luz incidindo sobre o interior, reforçando a sensação de que essa obra é um espaço sagrado de contemplação.

Catedral de Água simboliza a espiritualidade que existe no orgânico, no imperfeito e no natural. É uma celebração da madeira como memória viva, da água como movimento e da criação como gesto de respeito e reverência.

Detalhe

A goiva, gota a gota

Centenas de incisões manuais
Um pedaço de peroba mica

Uma nave em suspensão

Matéria-prima
Peroba Mica
Dimensões
103 x 29 x 8 cm

Sobre a Peça

Catedral de Água, feita de Peroba Mica.

Com a superfície amarela, texturizada por centenas de incisões manuais feitas na goiva, reproduz o ritmo da chuva sobre a pele da madeira. É uma pele viva, onde cada sulco revela o trabalho paciente da mão humana sobre a matéria ancestral.

Há nela uma pureza natural que contrasta com a geometria externa.

Da madeira.
De madeira.

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